Mike Flanagan (Doutor Sono) vai comandar o reboot de “O Exorcista” da Blumhouse e Morgan Creek, mas isso já não é novidade para ninguém.
Durante o ATX Festival, Mike revelou como se sente com relação a roteirizar, dirigir e produzir o novo filme desta célebre franquia, que decepcionou muitos fãs recentemente:
“Especificamente sobre O Exorcista, estou aterrorizado. A franquia teve alguns altos e baixos. Eu diria que a série O Exorcista foi um dos pontos altos com tranquilidade, acho que foi brilhante.”
O novo “O Exorcista” não será uma sequência do fracassado “O Exorcista: O Devoto” (2023), e oferecerá ao espectador uma “nova visão radical” de “O Exorcista”.
Trata-se, portanto, de um reboot.
Logo após ser anunciado como o novo diretor, Mike Flanagan declarou:
“O Exorcista é uma das razões pelas quais me tornei cineasta, e é uma honra ter a chance de tentar algo novo, ousado e aterrorizante dentro de seu universo. Reunir-me com meus amigos da Blumhouse, com quem fiz alguns dos meus trabalhos favoritos, só torna isso mais emocionante.”
Jason Blum, CEO e fundador da Blumhouse, disse:
“A voz e a visão de Mike são indispensáveis para os fãs de terror e estamos entusiasmados em recebê-lo de volta à Blumhouse. Eu respondi imediatamente à nova visão de Mike sobre o mundo de O Exorcista e mal posso esperar para que o público experimente.”
O presidente e CEO da Morgan Creek, David Robinson, acrescentou:
“É uma honra trabalhar com Mike. Acho que sua visão para esta franquia vai surpreender o público em todo o mundo, e eu não poderia estar mais animado em trabalhar com ele, Trevor, Jason e toda a equipe Blumhouse.”
Mike Flanagan criou as séries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly”, “Missa da Meia-Noite” e “A Queda da Casa de Usher”.
Ele também dirigiu os filmes “O Espelho”, “Hush: A Morte Ouve”, “O Sono da Morte”, “Ouija: Origem do Mal” e “Jogo Perigoso”.
A franquia “O Exorcista” é uma das mais icônicas e influentes no gênero de terror. Ela começou com o lançamento do romance “The Exorcist” de William Peter Blatty, em 1971, seguida da adaptação cinematográfica de 1973, de William Friedkin. O filme tornou-se um grande sucesso de bilheteria e crítica.

