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Ted Nugent: “Eu não sou r*c!st*. Kid Rock não é r*c!st*. Se você vai me criticar, precisa ser honesto. Pense em algo que seja verdade”

Ted Nugent Eu não sou rc!st. Kid Rock não é rc!st. Se você vai me criticar, precisa ser honesto. Pense em algo que seja verdade

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Ted Nugent, roqueiro conservador conhecido por clássicos como “Stranglehold”, “Cat Scratch Fever”, “Fred Bear”, “Stormtroopin'”, entre outros, nos últimos anos dedica muito do seu tempo à política e menos a música, e ele não liga para as críticas. Declaradamente de direita e apoiador ferrenho de Donald Trump, assim como Kid Rock, ele já recebeu algumas pechas por aí, e durante uma entrevista ao Detroit Free Press, Ted Nugent defendeu a si mesmo, a Trump e o amigo Kid Rock das acusações de “racismo” por terem participado de um jantar com o Trump na Casa Branca:

“Ele não é racista. Eu não sou racista. sarah Palin não é racista. Kid Rock não é racista. Se você vai me criticar, precisa ser honesto. Pense em algo que seja verdade.

Então, quando eles fazem esse tipo de acusação, eu digo a vocês: conheço Sarah Palin há muito tempo. Conheço Bob. Conheço o presidente Trump. Isso não nos incomoda, mas estamos magoados que tal desonestidade exista. Se você querem ter um debate, temos que ser honestos.”

Em 2021, ele rebateu acusações de racismo quando participou do podcast “A Bone To Pick”:

“Vou dizer uma coisa ultrajante: todas as pessoas combinadas não promoveram artistas negros tanto quanto o Ted Nugent fez durante a sua vida inteira.

Nos anos 90, o meu baixista era o Johnny Gunnell. Ele negro. O meu baixista depois do Johnny foi o Marco Mendoza, que nasceu no México. Eu já disse isto milhares de vezes — a cor não importa. Pontualidade, ética de trabalho, talento, dedicação… Se alguém quiser ser baixista da banda do Ted Nugent, só precisa de ser o melhor baixista do mundo. Eu sou daltônico!.

Quando nasci, em 1948, havia racismo? Claro que havia. O Jim Crow ainda estava a acontecer. Eu fui aos parques de Detroit e não percebi porque não havia racismo na minha casa; tudo era sobre dedicação e conteúdo de caráter. Tínhamos amigos negros em Detroit, lidávamos com pessoas negras o tempo todo e eu nunca pensei nelas. Eram negros. Eu sou branco. Aquele tipo parece ser asiático. Quem é que se importa como isso? Vocês já conheceram alguém que se importa? Eu não me importo. Portanto, essa é a acusação mais barata, mais desonesta e sem sentido que já me fizeram”.

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