Arqueólogos da Universidade Nicolau Copérnico em Torun, na Polônia, faziam escavações em um cemitério do século XVII, quando descobriram um esqueleto humano de uma mulher que teria sido uma “vampira” medieval e foi enterrada em condições intrigantes. Segundo divulgado pelo Daily Mail, havia um cadeado em seu dedo do pé. Isso era uma forma de “garantir” que o cadáver não pudesse ser ressuscitado dos mortos, conforme se acreditava no século XVII. Os arqueólogos batizaram o esqueleto justamente de “vampira”.
Naquela época se acreditava que alguns mortos poderiam se tornar vampiros e saírem de suas sepulturas.
Outra curiosidade que embasa essa crença, é que o cadáver foi enterrado com uma foice colocada sobre seu pescoço, como uma forma de fazer com que ela tivesse sua cabeça decepada ao tentar se levantar do túmulo.
A mulher foi enterrada usando um gorro de seda em sua cabeça, indicando, segundo os especialistas, que ela era de alto status social.
Veja as fotos a seguir:





O professor Narius Polinski, da Universidade Nicolau Copérnico, afirmou:
“As ‘formas de proteção contra a ‘ressurreição’ dos mortos incluem cortar a cabeça ou os pés, colocar os mortos de bruços para ‘morder’ o chão, sua queima e esmagá-los em pedaços com uma pedra” e acrescentou: “A foice não era comum, mas foi colocada no pescoço de tal forma que se (hipoteticamente) o falecido tentasse se levantar, a cabeça provavelmente teria sido cortada ou no mínimo, ele teria sido ferido.”
Vale lembrar que essa prática de enterro não é inédita na história. Em 2014, seis esqueletos foram descobertos de forma semelhantes, todos tinham uma foice sobre as suas gargantas.
