Algumas pessoas certamente escolhem trilhar caminhos mais difíceis que outras. Por exemplo, Alyssa White-Gluz, vocalista do Arch Enemy, já pode se dizer uma pessoa bem sucedida somente por seu trabalho com a música.
Mas pense em um jogo de videogame e poderíamos dizer que a moça resolveu chegar a este ponto da vida jogando no modo hard. Alyssa é cantora bem sucedida, vegana, straight edge e defensora assídua dos direitos dos animais.





A musicista de 39 anos colabora com diversas organizações de bem-estar animal e aproveita a exposição devido a carreira musical bem sucedida para gerar conscientização nas pessoas sobre o tema.
Durante uma recente aparição no Metal Hall Of Fame, ocorrido em Anaheim, na California, White-Gluz falou com o Metal Magnitude no tapete vermelho. A vocalista contou se acha difícil manter seu estilo de vida enquanto está em turnê. Ela revelou:
“Estou em turnê há cerca de 20 anos, sou vegana há 25 anos e vegetariana antes disso, então definitivamente vi isso se tornar muito mais fácil. Já fiz isso em todo o mundo, com barreiras linguísticas e culturais. Com falta de tempo, dinheiro ou transporte e ainda consigo fazer isso. Então, devo dizer que é totalmente possível.
Moby, obviamente, um conhecido ativista dos direitos dos animais e um amigo meu, ele fez esse documentário ‘Punk Rock Vegan Movie’ meio que mergulhando na conexão entre a mentalidade Punk e, por extensão, a mentalidade Metal e o veganismo. E eu acho que é um aspecto muito legal e uma faceta interessante desse movimento que as pessoas deveriam conhecer.”
Em 2023, em entrevista ao podcast Bleeding Metal, Alyssa respondeu se o ativismo em prol da causa dos animais faz parte de sua identidade. Ela respondeu sem pestanejar:
“Sim, com certeza. Quer dizer, eu sou uma ativista antes mesmo de ser uma musicista. Isso é realmente o que me move para frente todos os dias, é esperar que de alguma forma minha existência neste planeta possa torná-lo um pouco melhor para todos os outros que estão atualmente existindo no planeta e que existirão no futuro. E isso é, antes de tudo, os direitos dos animais.”
