Durante uma nova conversa com Steve-O’s Wild Ride, Paul Stanley, do Kiss, relembrou os tempos que a banda passou com as groupies. Stanley descreveu o envolvimento dos membros do Kiss com as groupies como “aventuras saudáveis” e acrescentou que ninguém “saiu ferido”.
“Não acho que nos promovemos pelo que estava acontecendo nos bastidores ou nos hotéis. Era apenas conhecimento comum. Quer dizer, as pessoas estavam apenas vendo o que estava acontecendo. E foi ótimo. Que vida ótima, ótima. É tudo o que as pessoas imaginam que seja e muito mais.”
Paul Stanley explicou ainda que a relação do Kiss com as groupies não era meramente baseada em sexo. Havia algo a mais que isso.
“O interessante era que para todas as garotas, groupies, mulheres jovens, o que quer que fossem, era realmente meio que, sem trocadilhos, saudável. Elas estavam lá porque amavam música. E elas viajavam com você. Elas lavavam sua roupa. Você ia ao cinema com elas. Não havia nada de vulgar nisso. Era companheirismo. E elas amavam música. E eu as amava. Então foi uma boa troca.”
Stanley afirmou que era tudo preto no branco. Ninguém iludia ninguém com promessas vazias de relacionamentos duradouros. Não havia fingimentos.
“As mulheres que vinham aos shows não vinham para serem cortejadas. Vocês têm esta noite e todos nós sabemos disso. Vocês sabem disso e eu sei disso. E foi muito simples. E ninguém se machucou. Ninguém nunca saiu se sentindo desrespeitado ou diminuído.
“Nós fomos muito diretos e elas foram muito diretas. Elas estavam lá por um certo motivo. Então eu não acho que ninguém estava enganando ninguém. E é por isso que foi tão divertido porque foi descomplicado. Você sabe, seja qual for o seu relacionamento com alguém, espero que seja descomplicado, seja alguém com quem você esteja envolvido por uma noite ou por uma vida inteira.”
